‘Velozes e furiosos: Hobbs e Shaw’ é cafona, clichê, absurdo e muito divertido

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É difícil errar ao pegar dois dos melhores e mais carismáticos astros de ação da atualidade e jogar milhões de dólares neles até sair um filme. “Velozes e furiosos: Hobbs e Shaw” é o resultado, uma mistura certeira de diálogos cafonas, clichês absurdos e momentos impossíveis, mas extremamente divertidos.

O derivado de uma das franquias de maior sucesso do cinema (fora da Disney) estreia nesta quinta-feira (1º) no Brasil. Ao deixar para trás algumas das limitações da saga estrelada por Vin Diesel, “Hobbs e Shaw” abraça de vez o ridículo e se torna tudo aquilo que a parceria entre Dwayne Johnson e Jason Statham poderia ser.

Infelizmente, nem a química incrível da dupla é suficiente para segurar as mais de duas horas da história, que em certos momentos exagera na pieguice. A tosquice das frases de efeito, dignas dos melhores filmes de duplas dos anos 1990, é mais que bem-vinda, mas escorrega em dramas pessoais ou familiares.

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